Eu escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida! (Clarice Lispector)
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Inconstância.
Montanha Russa. Seria uma boa palavra para usar em uma tentaiva de me definir. Inconstante. Inquieta. Mayse.
Gosto de ser imprevisivel. Sou lúcida na minha loucura, na minha comodidade sou inquieta. Não gosto da realidade, as vezes ela é muito dura. e na minha realidade, costumo deixá-la mais coloridas com alguns sonhos. E faço de alguns sonhos cenas da vida real.
"Amo mais do que posso e, por medo, menos do que sou capaz. Quando me entrego, me atiro." Eu posso dizer que apesar de alguns medos, eu aproveito cada momento intensamente. Comigo, nada é definitivo.
As vezes, me fecho em um mundo que criei. Nele eu escondo as dores, as tristezas que trago em meu peito. Muito solitário isso não? Para uma pessoa que gosta tanto de viver alegre como eu. Mas há momentos que todos nós nos sentimos sozinhos. E é sozinha que muitas vezes me encontro, que me desnudo, mostrando como realmente estou por dentro. Mas é sozinha também que eu me refaço, recupero-me e passo por cima de todas as dores que a vida me dá.
Ora, nem tudo é fácil, sei disso, mas a vida foi feita pra ser vivida, sentida. E assim eu sigo meus caminhos, a estrada é longa e, o final da joranada ... é o destino !
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